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<title>Aquecimento Global e Mudanças Climáticas</title>
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<description>Inclui documentos de diversos formatos sobre o Aquecimento Global e as Mudanças Climáticas</description>
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<dc:date>2026-04-05T16:53:45Z</dc:date>
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<title>Caderno Pró-semiárido: recaatingamento: resiliência produtiva e adaptação às mudanças climáticas</title>
<link>https://bibliotecasemiaridos.ufv.br/jspui/handle/123456789/3377</link>
<description>Caderno Pró-semiárido: recaatingamento: resiliência produtiva e adaptação às mudanças climáticas
Moraes, Bruna Silva Ribeiro de
Caatinga, majoritariamente de clima semiárido, é contemplada com duas estações, a seca e a chuvosa. Na estação seca&#13;
todas as espécies primam pela economia de energia. Onde havia folhas agora há espinhos. Répteis e anfíbios somem&#13;
quase que totalmente. Não se sabe se hibernam, se apenas se escondem, mas é certo que voltam. A economia de energia&#13;
faz dos vegetais seres compactos. Cada gota de água armazenada não pode ser perdida – um espécime grande trabalharia&#13;
muito mais nas reações químicas e biológicas para permanecer em tamanha secura. A vegetação da Caatinga encolhe-se,&#13;
troca folhas por espinhos e muda de posição para evitar um sol ardente em cima de seu organismo. A fauna apresenta&#13;
espécies do tamanho facilitado pela natureza para se movimentar e andar por entre as mais de mil espécies espinhosas&#13;
como o xique-xique, o facheiro, o quipá e a coroa-de-frade.&#13;
Os profetas da chuva, homens e mulheres guardiões e guardiãs dos sinais da natureza e dos saberes populares, acumulam&#13;
um conhecimento secular que caminham em três linhas de percepção: as mudanças na fauna e flora, a posição dos astros no céu e os sonhos. Observam, por exemplo que o pássaro João-de-barro constrói uma nova casa para enfrentar as&#13;
chuvas. O mandacaru dá o sinal, quando flora na seca é sinal que a chuva chega no sertão, já denunciava o mestre Luiz&#13;
Gonzaga em “Xote das Meninas”. O sinal também é dado quando árvores sangram ou pássaros constroem ninhos mais&#13;
resistentes. Os profetas da chuva também fazem a observação de corpos celestes, mudança na posição dos astros, como a&#13;
da estrela d’alva e de uma constelação que eles chamam de Arca de Noé, que quando aparece de cabeça para baixo indica&#13;
um bom período de chuvas. A manifestação dos sonhos é expressa nas romarias, nas procissões, nos pedidos de chuva e&#13;
que com ela venha a fartura inevitável.&#13;
Antes das chuvas começarem, os olhos dos bichos e dos homens já reparam em nuvens densas e escuras se aglutinando&#13;
no céu. Chove, troca de estação, a rigidez das espécies em estado de alerta acaba. Inicia a grande festa caatingueira,&#13;
acontece a explosão de cores em menos de um mês de aguaceiros. A paisagem se transforma, traz a surpresa de um&#13;
verde inusitado nas gramíneas, nos arbustos e árvores. A tal da estação chuvosa e com ela as chuvas, muda a paisagem&#13;
rapidamente. As plantas renascem e cobrem-se de folhas dando novamente um aspecto verde à vegetação e o que antes&#13;
parecia morto e feio cobre-se de vida e beleza. As árvores cobrem-se de folhas e o solo fica forrado de pequenas plantas.&#13;
A bicharada sai de todos os lados para se encontrar, reproduzir, tirar alimento novo dos ecossistemas. Os animais que&#13;
estavam moqueados nos troncos, se movimentando pouco e fugindo do sol dão as caras. A festa das borboletas cruza&#13;
os caminhos. A fauna volta a engordar. Na terra da ararinha-azul, vivem também o sapo-cururu, a asa branca, a cotia, o&#13;
gambá, a preá, o veado-catingueiro, o tatupeba e o sagui-do-nordeste, dentre outros tantos.
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Application of Markov chains to Standardized Precipitation Index (SPI) in São Francisco River Basin</title>
<link>https://bibliotecasemiaridos.ufv.br/jspui/handle/123456789/3266</link>
<description>Application of Markov chains to Standardized Precipitation Index (SPI) in São Francisco River Basin
Santos, Esdras Adriano Barbosa dos; Stosic, Tatijana; Barreto, Ikaro Daniel de Carvalho; Campos, Laélia; Silva, Antonio Samuel Alves da
This work evaluated dry and rainy conditions in the subregions of the São Francisco River Basin (BHSF) using the Standardized Precipitation Index (SPI) and Markov chains. Each subregion of the BHSF has specific physical and climatic characteristics. The data was obtained from the National Water Agency (ANA), collected by four pluviometric stations (representative of each subregion), covering 46 years of data, from 1970 to 2015. The SPI was calculated for the time scales of six and twelve months and transition probabilities were obtained using the Markov chain. Transition matrices showed that, at both scales, if the climate conditions were severe drought or rainy, switching to another class would be unlikely in the short term. Correlating this information with the probabilities of the stationary distribution, it was possible to find the regions that are most likely to be under rainy or dry weather in the future. The recurrence times calculated for the stations that belong to the semi-arid region were smaller when compared to the value of the return period of the representative station of Upper São Francisco that has higher levels of precipitation, confirming the predisposition of the semi-arid region to present greater chances of future periods of drought.                                                                                                                                                          Este trabalho objetivou avaliar períodos secos e chuvosos nas sub-regiões da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (BHSF) utilizando o Índice de Precipitação Padronizado (SPI) e cadeias de Markov. Cada sub-região da BHSF possui características físicas e climáticas específicas, dessa forma foram utilizadas quatro estações pluviométricas contendo dados com 46 anos, de 1970 a 2015, obtidas na Agência Nacional de Águas (ANA), representativas de cada sub-região. O SPI foi calculado para as escalas de tempo de seis e doze meses e as matrizes de probabilidades de transição foram obtidas utilizando as cadeias de Markov. As matrizes de transição mostraram que, em ambas as escalas, caso a condição climática estivesse em classe de seca severa ou chuvosa, a mudança para outra classe seria pouco provável a curto prazo. Correlacionando esta informação com as probabilidades da distribuição estacionária, foi possível encontrar as regiões que têm maiores possibilidades de no momento futuro estar sob clima chuvoso ou de seca. Os tempos de recorrência calculados para as estações inseridas no semiárido foram menores quando comparado com o valor do tempo da estação representativa do Alto São Francisco que possui maiores níveis de precipitação, confirmando a predisposição do semiárido em apresentar maiores chances de períodos futuros de seca.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://bibliotecasemiaridos.ufv.br/jspui/handle/123456789/3264">
<title>Resiliência à mudança climática em Comunidades de Fundo de Pasto na região semiárida do Estado da Bahia, Brasil</title>
<link>https://bibliotecasemiaridos.ufv.br/jspui/handle/123456789/3264</link>
<description>Resiliência à mudança climática em Comunidades de Fundo de Pasto na região semiárida do Estado da Bahia, Brasil
Gaivizzo, Larisa Ho Bech; Litre, Gabriela; Ferreira, Julia Lopes; Silva, Romero Gomes Pereira da; Nogueira Soares, Daniela; Moraes Reis, Rafael; Almeida, Ana Claudia; Davalos, Nelson Eduardo Bernal; Mendes, Priscylla Dayse Almeida Gonçalves; Lindoso, Diego Pereira; Brito, Adriane Michels; Rodrigues-Filho, Saulo; Saito, Carlos Hiroo
A pesquisa realizada entre 2017 e 2018 buscou produzir conhecimentos que subsidiem ações voltadas à resiliência e à adaptação de sistemas socioecológicos na região semiárida do estado da Bahia - Semiárido Baiano, com foco nas Comunidades de Fundo de Pasto (CFP) localizadas no município de Uauá. Utilizaram-se dados secundários e primários (entrevistas semiestruturadas com tomadores de decisão e lideranças comunitárias). Para a sistematização dos dados primários no marco de capacidades adaptativas para mudanças climáticas foram selecionadas cinco dimensões de análise: territorial, sociocultural, ambiental, econômica e político-institucional. As CFP ocupam e usam o bioma Caatinga há cerca de 200 anos de forma comunal, com base em sistemas agrossilvopastoris. Os resultados indicaram o caráter resiliente das comunidades para lidar com os estresses climáticos nas dimensões territorial e sociocultural, a partir de processos de auto-organização em associações e na organização em redes, por meio das quais fluem conhecimentos e são tomadas decisões coletivas. Os resultados também indicaram os riscos climáticos aos quais as CFP estão expostas nas dimensões ambiental, econômica e políticoinstitucional, com potencial para limitar capacidades adaptativas.                                                                          The objective of this study was to determine how to support actions to increase the resilience and adaptation of socio-ecological systems in the semiarid region of Bahia State, focusing on the Fundo de Pasto Communities (FPCs) of the Uauá municipality. Primary (semistructured interviews with decision-makers and community leaders) and secondary data sources were used. Five dimensions of analysis were selected to organize the primary data within a framework of adaptive capacity (AC) for climate change: territorial, socio-cultural, environmental, economic and politico-institutional. For approximately 200 years, FPCs have been communally occupying and using the Caatinga biome based on agrosilvopastoral systems. The results showed the communities’ resilience in dealing with climate stresses in both the territorial and socio-cultural dimensions. This includes processes of self-organization in associations and in networks, which facilitate the flow of knowledge and collective decision-making processes. The results also identified the environmental, economic and politico-institutional dimensions of the climate risks to FPCs, which could potentially limit their AC.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://bibliotecasemiaridos.ufv.br/jspui/handle/123456789/3262">
<title>Partitioning of rainfall into throughfall, stemflow, and interception loss in the Brazilian Northeastern Atlantic Forest</title>
<link>https://bibliotecasemiaridos.ufv.br/jspui/handle/123456789/3262</link>
<description>Partitioning of rainfall into throughfall, stemflow, and interception loss in the Brazilian Northeastern Atlantic Forest
Ribeiro Filho, Jacques C.; Lemos Filho, Luis C. de A.; Santos, Julio C. N. dos; Brasil, José B.; Palácio, Helba A. de Q.
Information on hydrology, and vegetation distribution is essential for the development of techniques and strategies to cope with droughts in semi-arid environments. The objective of this study was to evaluate the partitioning of gross rainfall into throughfall, stemflow, and interception loss in the Brazilian Northeastern Atlantic Forest, and its correlations with rainfall characteristics. The study was conducted in the Bica watershed, in Portalegre, state of Rio Grande do Norte, Brazil. The work was carried out in 2017, with monitoring of the throughfall, stemflow, and interception loss in an area of 10 × 20 m. Total rainfall depths (TRD) and wind speed were measured, and the evapotranspiration (ET0 ) was estimated. Based on this information, the intensity (I), kinetic energy (KE) and intensity at intervals of 5, 10, 20, 30, 45, and 60 min of each rainfall event were measured. Twenty rainfall events occurred during the study period. The vegetation showed interception of 44.9%, throughfall of 52.9%, and stemflow of 2.2% of the total rainfall. Three principal components (PC) were formed in the PC Analysis, explaining more than 84% of the total variance. PC1, PC2, and PC3 encompassed variables related to rainfall energy to overcome the vegetation physical barrier, inflow and outflow, and variables dependent on the rainfall duration, respectively.                                                                                                                                                                                                 A compreensão do comportamento hidrológico e da distribuição da vegetação em um ambiente semiárido é fundamental para o desenvolvimento de técnicas e estratégias para a convivência com as secas. Objetivou-se com esse trabalho, quantificar o particionamento da precipitação pela vegetação caracterizada como Mata Atlântica Nordestina bem como suas relações com as características da precipitação. O estudo foi desenvolvido na Bacia da Bica, em Portalegre - RN. O trabalho foi realizado durante o ano de 2017, foram monitorados a precipitação interna, escoamento pelos caules das árvores e perda por interceptação em uma área de 10 x 20 m. Com o auxílio de uma estação meteorológica realizou-se as medidas da precipitação pluvial (PPT) e a velocidade do vento e estimada a evapotranspiração (ETo). Com base nessas informações, calculou-se a intensidade (I) de cada evento, energia cinética (EC) e as intensidades em intervalos de 5, 10, 20, 30, 45 e 60 min (I5, I10, I15, I20, I30, I45 e I60 respectivamente). No período de estudo foram registrados 20 eventos de chuvas. A vegetação reteve 44,9% da precipitação do total, enquanto 52,9% contribuiu com a precipitação interna e 2,2% escoou pelos troncos. Com o auxílio de Análises das Componentes Principais, foram formadas três Componentes Principais (CP) explicando mais de 84% da variância total. Nas CP1, CP2 e CP3 foram enquadradas, respectivamente, variáveis relacionadas ao poder energético da chuva em ultrapassar a barreira física da vegetação, fluxo de entrada e saída e variáveis que mudam de acordo com o tempo de duração da chuva.
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