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<title>Agroecologia</title>
<link>https://bibliotecasemiaridos.ufv.br/jspui/handle/123456789/751</link>
<description>Inclui documentos de diversos formatos sobre Agroecologia</description>
<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 02:15:34 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-05T02:15:34Z</dc:date>
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<title>Caderno Pró-Semiárido: agroecologia na boca do povo do semiárido: resumos técnicos expandidos e relato de experiência técnica apresentados no XII congresso brasileiro de agroecologia (CBA)</title>
<link>https://bibliotecasemiaridos.ufv.br/jspui/handle/123456789/3374</link>
<description>Caderno Pró-Semiárido: agroecologia na boca do povo do semiárido: resumos técnicos expandidos e relato de experiência técnica apresentados no XII congresso brasileiro de agroecologia (CBA)
Ramos, Carlos Henrique
Este volume 5 da série Cadernos Pró-Semiárido é composto por 10 textos nas modalidades Relato de experiência técnica e resumo expandido (técnico-científico), aprovados e apresentados por técnicos e técnicas do Projeto no XII Congresso Brasileiro de Agroecologia, que aconteceu na capital carioca no período de 21 a 23 de novembro de 2023. Durante o evento, foram apresentadas boas práticas do Projeto em diferentes áreas do conhecimento. Portanto, nesta publicação, estão registradas sistematizações que ilustram os seguintes eixos temáticos: 1. Construção do conhecimento agroecológico; 2. Sistemas agroalimentares e economia solidária; 3. Campesinato e soberania alimentar; 4. Crise ecológica e mudanças climáticas; 5. Gênero, feminismos e diversidades na construção agroecológica; 6. Manejo de Agroecossistemas; 7. Arte, cultura, comunicação popular e agroecologia. As inovações do Pró-Semiárido têm sido compartilhadas nas últimas três edições do Congresso, que é uma iniciativa da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), e tem sido uma oportunidade de fazer a gestão do conhecimento a partir do acúmulo do Projeto, bem como de conhecer outras experiências que podem contribuir com o trabalho que já vem sendo desenvolvido no Semiárido da Bahia. A seguir, você vai conhecer boas práticas de temas como Cadernetas Agroecológicas, feiras, Recaatingamento, comunicação e metodologias de Assessoramento Técnico Contínuo (ATC). Todos os textos estarão inclusos também na série Cadernos de Agroecologia – ISSN 2236-7934 - Anais do XII Congresso Brasileiro de Agroecologia, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro - v. 19, n. 1, 2024.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Pró-Semiárido: agroecologia e comunicação dialógica com a agricultura familiar camponesa</title>
<link>https://bibliotecasemiaridos.ufv.br/jspui/handle/123456789/3373</link>
<description>Pró-Semiárido: agroecologia e comunicação dialógica com a agricultura familiar camponesa
Ramos, Carlos Henrique
O Pró-Semiárido nasce no seio do debate de institucionalização da Política Estadual de Convivência com o Semiárido em 2014, e dez anos depois (2024) chega num processo de consolidação no auge da aprovação e regulamentação da Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica, o que mostra a força desse Projeto no processo de elaboração e implementação de política pública. O autor corrobora com esse pensamento citando: o Pró-Semiárido atuou no sentido de acolher e apoiar atores coletivos como mediadores da implementação e negociação de políticas públicas, traduzidos como investimentos imateriais do Projeto. Nunca é demais lembrar que esse Projeto nasceu a partir de uma demanda social gritante por parte de organizações populares, movimentos sociais e famílias camponesas amargando uma situação de abandono, gerando sentimentos de exclusão e de isolamento cada vez mais fortes. Da tentativa humilde de resposta à essa demanda surgiu e se desenvolveu uma nova perspectiva através de um Projeto bem estruturado, alicerçado e coordenado, firmando-se como pioneiro de um conceito em disputa e de implementação: a Convivência com o Semiárido e a Agroecologia, opondo-se ao modelo vigente de progresso, desenvolvimento, produtivismo e crescimento econômico, baseados em práticas condescendentes, urbanocêntricas e de incentivo ao êxodo rural. Com a Lei nº 13.572/2016, aprovada pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) que institui a Política Estadual de Convivência com o Semiárido, o Pró-Semiárido se tornou um importante laboratório técnico-prático, onde o Estado conseguiu chegar nos rincões de pobreza e miséria, reestabelecendo o processo de autoestima e dignidade dessa gente. A parceria com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) que trabalha onde a pobreza e a fome são mais profundas, nas regiões mais remotas dos países em desenvolvimento com situações de fragilidade, onde poucas agências de desenvolvimento ou instituições financeiras internacionais (IFIs) atuam, através do Governo do Estado da Bahia, já se consolida enquanto uma grande aliança desde os Projetos Pró-Gavião e o Gente de Valor, na construção do Bem Viver nas regiões mais emblemáticas do Estado, possibilitando superações e processos de emancipação das pessoas e das regiões pouco alcançadas pelas políticas públicas. É importante destacar as inovações decorrentes do Pró- -Semiárido: O reforço do paradigma da Convivência com o Semiárido através do protagonismo das organizações não governamentais que já tinham expertises com essa construção histórica e política; o ordenamento territorial a partir do agrupamento das comunidades; o empoderamento local através das comissões de controle social e dos convênios com as associações comunitárias; o apoio aos programas de sementes crioulas, Recaatingamento, certificação participativa e Assessoramento Técnico Contínuo (ATC); a aplicação do método LUME e das cadernetas agroecológicas; a criação do Núcleo de Estudos em Agroecologia e Convivência com o Semiárido (NEACS), com as rodas de aprendizagem e o fortalecimento dos grupos de interesses; a elaboração e aplicação dos Planos de Investimentos por Território, fomentando os atividades produtivas apropriadas; foram de fundamental importância no êxito deste Projeto na superação dos desafios vivenciados pelos sertanejos que careciam de uma atenção mais profunda do Estado.O seu objetivo foi o de reduzir a pobreza rural de forma duradoura, por meio da produção sustentável, da geração de emprego e renda em atividades agropecuárias e não agropecuárias e do desenvolvimento do capital humano e social, sendo plenamente alcançado a ponto de em 2021, o FIDA publicar o Relatório de Balanço sobre Agroecologia nas Operações do FIDA: uma abordagem integrada para sistemas alimentares sustentáveis, classificando o Pró-Semiárido como um bom exemplo de projeto totalmente agroecológico implementado em um contexto semiárido tropical-seco. Em boa hora chega esse livro, sendo um grande referencial para a Convivência com o Semiárido e Agroecologia em processo de disputa e de consolidação, trazendo um rico conhecimento a partir de experiências práticas, viabilizando e enaltecendo as teorias, os paradigmas, as metodologias, os conceitos, as práticas e os procedimentos que serviram de base para operacionalização do Pró-Semiárido. Parabéns ao autor Carlos Henrique Souza Ramos, parabéns a essa equipe do Pró-Semiárido que nos orgulha, parabéns a coordenação e gestão. Viva o povo do Semiárido, vamos juntos e juntas continuar construindo histórias!
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Pró-semiárido: agroecologia e comunicação dialógica com a agricultura familiar camponesa</title>
<link>https://bibliotecasemiaridos.ufv.br/jspui/handle/123456789/3366</link>
<description>Pró-semiárido: agroecologia e comunicação dialógica com a agricultura familiar camponesa
Ramos, Carlos Henrique de Souza
O Pró-Semiárido nasce no seio do debate de institucionalização da Política Estadual de Convivência com o Semiárido em 2014, e dez anos depois (2024) chega num processo de consolidação no auge da aprovação e regulamentação da Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica, o que mostra a força desse Projeto no processo de elaboração e implementação de política pública. O autor corrobora com esse pensamento citando: o Pró-Semiárido atuou no sentido de acolher e apoiar atores coletivos como mediadores da implementação e negociação de políticas públicas, traduzidos como investimentos imateriais do Projeto. Nunca é demais lembrar que esse Projeto nasceu a partir de uma demanda social gritante por parte de organizações populares, movimentos sociais e famílias camponesas amargando uma situação de abandono, gerando sentimentos de exclusão e de isolamento cada vez mais fortes. Da tentativa humilde de resposta à essa demanda surgiu e se desenvolveu uma nova perspectiva através de um Projeto bem estruturado, alicerçado e coordenado, firmando-se como pioneiro de um conceito em disputa e de implementação: a Convivência com o Semiárido e a Agroecologia, opondo-se ao modelo vigente de progresso, desenvolvimento, produtivismo e crescimento econômico, baseados em práticas condescendentes, urbanocêntricas e de incentivo ao êxodo rural. Com a Lei nº 13.572/2016, aprovada pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) que institui a Política Estadual de Convivência com o Semiárido, o Pró-Semiárido se tornou um importante laboratório técnico-prático, onde o Estado conseguiu chegar nos rincões de pobreza e miséria, reestabelecendo o processo de autoestima e dignidade dessa gente. A parceria com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) que trabalha onde a pobreza e a fome são mais profundas, nas regiões mais remotas dos países em desenvolvimento com situações de fragilidade, onde poucas agências de desenvolvimento ou instituições financeiras internacionais (IFIs) atuam, através do Governo do Estado da Bahia, já se consolida enquanto uma grande aliança desde os Projetos Pró-Gavião e o Gente de Valor, na construção do Bem Viver nas regiões mais emblemáticas do Estado, possibilitando superações e processos de emancipação das pessoas e das regiões pouco alcançadas pelas políticas públicas. É importante destacar as inovações decorrentes do Pró- -Semiárido: O reforço do paradigma da Convivência com o Semiárido através do protagonismo das organizações não governamentais que já tinham expertises com essa construção histórica e política; o ordenamento territorial a partir do agrupamento das comunidades; o empoderamento local através das comissões de controle social e dos convênios com as associações comunitárias; o apoio aos programas de sementes crioulas, Recaatingamento, certificação participativa e Assessoramento Técnico Contínuo (ATC); a aplicação do método LUME e das cadernetas agroecológicas; a criação do Núcleo de Estudos em Agroecologia e Convivência com o Semiárido (NEACS), com as rodas de aprendizagem e o fortalecimento dos grupos de interesses; a elaboração e aplicação dos Planos de Investimentos por Território, fomentando os atividades produtivas apropriadas; foram de fundamental importância no êxito deste Projeto na superação dos desafios vivenciados pelos sertanejos que careciam de uma atenção mais profunda do Estado.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Geração do conhecimento  agroecológico a partir da  interação entre atores: A experiência do Projeto  Dom Helder Camara</title>
<link>https://bibliotecasemiaridos.ufv.br/jspui/handle/123456789/3276</link>
<description>Geração do conhecimento  agroecológico a partir da  interação entre atores: A experiência do Projeto  Dom Helder Camara
Jalfim, Felipe; Sidersky, Pablo; Rufino, Espedito; Santiago, Fábio; Blackburn, Ricardo
O Projeto Dom Helder Camara (PDHC)1 nasceu como uma resposta governamental à demanda de movimentos sindicais e sociais, ONGs e Igrejas por ações permanentes para o desenvolvimento da agricultura familiar na região semiárida nordestina. Ao assumir como objetivo principal gerar e difundir referências que possam orientar políticas públicas de combate à pobreza e apoio ao desenvolvimento rural sustentável no Semiárido, o PDHC adotou o paradigma da Agroecologia como nortea dor de suas ações. A partir dessa opção, a aborda gem teórico-metodológica do proje to buscou romper com a noção de  transferência de tecnologias, adotando  um enfoque de geração participativa  de conhecimentos. Também experimentou novos processos nas relações  entre Estado e sociedade civil. O postulado assumido pelo PDHC é de que  a geração de conhecimento não é uma  exclusividade da ciência convencional.  Nesse sentido, as famílias agricultoras,  sozinhas ou em interação com pesquisadores e/ou extensionistas, também  têm um papel fundamental no avanço  dos conhecimentos necessários para a  prática de uma agricultura sustentável.  Afinal, observa-se que a experimentação é uma atividade cotidiana na vida  dos agricultores familiares que, de ma neira constante, confrontam problemas  que afetam seus cultivos e criações de  animais, imaginam as suas prováveis  causas, implementam ações para atacar  essas causas e refletem sobre os efeitos  dos resultados de suas ações (HOCDÉ,  1997; SUMBERG; OKALI, 1997). Nesse  contexto, a hipótese é que a interação  entre famílias agricultoras, assessoria  técnica e pesquisa seja uma estratégia eficaz para gerar conhecimentos pertinentes, que fortaleçam a sustentabilidade dos  agroecossistemas da região.  A estratégia tem como meta a promoção de gestões familiares e comunitárias de  agroecossistemas com vistas à coevolução das dimensões ambiental e socioeconômi ca. Considerou-se que a evolução dos agroecossistemas no sentido da sustentabilida de depende também de uma dinâmica de formação e desenvolvimento de capacidades  e institucionalidades locais e territoriais. Isso significa que para enfrentar o desafio de  fortalecer tipos de manejo de agroecossistemas na perspectiva da convivência com  o Semiárido é fundamental, entre outros aspectos, que as famílias exerçam um papel  qualificado no controle e no acesso às políticas públicas, na organização sociopolítica  e na construção de relações com os mercados.
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<pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
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